Nesta quinta-feira, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral afirmou em depoimento ao Juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, que comprou votos para garantir que a Olimpíada fosse realizada no Rio pelo valor de US$ 2 milhões.
Cabral ainda afirmou que Carlos Arthur Nuzman, ex presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), escolheu o presidente da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), Lamine Diack, para ser o intermediário do esquema.
Em depoimento concedido nesta quinta-feira, Cabral relatou que foi procurado por Nuzman em agosto de 2009, no período de organização para a candidatura à sede da Olimpíada. O então presidente do COB marcou um “encontro urgente” para discutir a estratégia da campanha.

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