Desde sua estreia em Roma, Novak Djokovic vinha tendo muita
dificuldade para seguir na competição. Diante de Nicolás Almagro, na sua
estreia, e Kei Nishikori, nas quartas, viu os adversários igualarem os
confrontos e precisou do terceiro set para vencer. Contra Thomaz
Bellucci, nas oitavas, saiu atrás e buscou uma virada sensacional diante
do inspirado brasileiro para avançar. Desta vez, no entanto, o sérvio
descomplicou as coisas e, sendo decisivo nos momentos certos, bateu David Ferrer (8º no ranking), por 2 sets a 0, com duplo 6/4, para chegar a mais uma decisão - a sexta na atual temporada.
Na
final do Masters 1000 de Roma, Djokovic agora aguarda seu adversário,
que sairá do confronto entre os suíços Roger Federer (2) e Stan Wawrinka
(9). Diante do atual número 2 do mundo, o sérvio leva desvantagem, com
18 vitórias e 20 derrotas - uma delas neste ano, na final do ATP de
Dubai. Contra Wawrinka, no entanto, o retrospecto é muito positivo, com 17 triunfos em 20 jogos entre eles.

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